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16 de agosto de 2008

Adolescentes de 16 anos realizam evento social no Setor "O" (DF) por amor a comunidade


Dois adolescentes realizam o evento de nome "Valorize o que é Nosso" no dia 16 de agosto de 2008 a partir das 10h30min no Centro de Ensino Fundamental 17, na Expansão do Setor "O", com o intuito de oferecer lazer, cultura, informação, diversão e cidadania que geralmente não chega até a cidade de Ceilândia, além de transformar o espaço público em um lugar mais atraente para os moradores da satélite.Guilherme Soares e Luiz Henrique Silva têm 16 anos de idade e são moradores da Expansão do Setor "O". Eles participam do projeto Voz Ativa realizado pela Central Única das Favelas do DF, que tem em sua proposta oferecer aos adolescentes um espaço de discussões e reflexões que possibilite o protagonismo juvenil através de produções culturais.Uma das atividades deste projeto é a organização de atividades culturais, pré-definidas pelos garotos nas cidades em que moram, criando movimento e descentralizando a cultura da periferia.O evento de Guilherme e Luiz Henrique terá a abertura com a Bateria Nota Show de Ceilândia, a apresentação de break com as meninas do BSB Girls, apresentação de capoeira, corte de cabelos com o Salão Bell Blue, brinquedos para as crianças e um mini - campeonato de basquete de rua. A inscrição para o basquete pode ser feita pelos telefones 3374-7034 ou 8452-1674, falar com Guilherme. A inscrição é R$2,00 e um agasalho ."O Valorize o que é nosso" conta ainda com shows de Viela 17, GOG, Ellen Oléria, Calamidade Pública, Raciocínio Feminino e com a apresentação do DJ Sabóia tocando o melhor do Flash Back. A entrada é R$ 1,00 e metade da renda será doada a Creche Frederico Ozanam, junto aos agasalhos adquiridos.
Fonte:www.cufa.org.br

15 de agosto de 2008

Núcleos de Graffiti da CUFA expõem no SESC – Madureira








Exposição “Artes Urbanas” revela novos talentos

Numa parceria CUFA/SESC – Madureira, foi aberta no último sábado, dia 05 de julho, a exposição “Artes Urbanas (Alma da Rua)”, na galeria de artes do SESC – Madureira. O espaço está recebendo produções dos alunos das oficinas de Graffiti dos núcleos da CUFA na Cidade de Deus e na Pedra do Sapo e tem como tema o Movimento Soul.
No início do evento, ao som do DJ Houver (que tocou rap a tarde toda), o escritor de Graffiti e instrutor da CUFA, AFA, era visto terminando uma mini-instalação situada na entrada da galeria. E já que havia sido programado, durante o evento, um momento de interação entre o público e os escritores de Graffiti, nada mais pertinente para a sua abertura.
A exposição “Artes Urbanas (Alma da Rua)” foi declarada aberta pela executiva técnica (coordenadora técnica em exercício) do SESC – Madureira, Srª Luciana Chepre. Ela agradeceu a presença de todos e parabenizou a CUFA pelo amadurecimento do trabalho desenvolvido por conta da parceria entre as duas instituições, que naquele momento, abria caminho para um projeto futuro do SESC, que terá como tema o Movimento Black.
Em seguida, Ana Cláudia Costa, pedagoga da CUFA – Pedra do Sapo, falou em nome da Central Única e agradeceu ao SESC – Madureira pela oportunidade de ser resgatada a cultura negra em mais um espaço de arte e conseqüente troca de idéias. A arte do Graffiti é uma linguagem artística amplamente difundida pela CUFA, que é uma instituição também preocupada em dar visibilidade à cultura negra.
Enquanto o público vislumbrava as obras espalhadas pelas paredes da galeria – e vale a pena registrar: o suporte para as produções são as próprias paredes do local! – houve uma apresentação de b-boys comandada pelo instrutor de Break Robinho.
Vale lembrar que a exposição não ficou restrita ao espaço convencional da galeria de artes do SESC – Madureira, pois do lado de fora, em pilastras e paredes do pátio externo, vários escritores de Graffiti e alunos das oficinas da CUFA tiveram a oportunidade de mostrar suas obras ao grande público que por ali passava. Houve, inclusive, um workshop para os visitantes, ministrado pelo escritor de Graffiti Luan, no qual foram abordadas algumas especificidades dessa linguagem, tais como “O que é o Graffiti”; “Como surgiu”; “Suas técnicas iniciais (traços e linhas)”, entre outros tópicos. A atividade contou com a participação de muitas crianças.
A exposição “Artes Urbanas (Alma da Rua)” tem entrada franca e recebe, inclusive, visitas guiadas, mediante agendamento. Ela está disponível ao público em geral, de terça à sexta, das 13h às 21h30, e aos sábados e domingos, das 9h às 17h30. Até o final de agosto.
Fonte:www.cufa.org.com.br

7 de agosto de 2008

M.C. Dyskreto canta o Hino da LIBBRA de 2008

A LIBBRA deste ano foi mais um evento produzido pela CUFA com muito sucesso e repercussão positiva na mídia. Em 2008, a CUFA Nacional fez um hino cantado pela Nega Gizza, M.V. Bill e pelo M.C. Dyskreto, que além de rapper é coordenador da CUFA Goiás.
Dyskreto disse que foi uma grande surpresa e um prazer participar do Hino da LIBBRA com dois nomes do rap conhecidos nacionalmente. Ele participa do terceiro verso da música.
Para quem ainda não ouviu o hino, no myspace do artista: www.myspace.com/dyskreto está disponível a música, que é a quinta faixa. Além do hino, quem acessar o site conhecerá outros sucessos do cantor que mistura samba e muita música brasileira em suas composições de rap.

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